quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Fale de mim, mas fale PARA mim. Julgue-me, mas faça na minha cara.

Por que digo isso: ‘Fale de mim, mas fale PARA mim. Julgue-me, mas faça na minha cara’? Explicarei em seguida, antes, abaixo, faço questão de deixar registrado aqui, o que escrevi no Facebook, lá, as páginas se vão e tudo cai no esquecimento, por isso deixo o registro aqui, para que não se esqueçam de minhas palavras.

Dizeres:
 “E sabe o que me desanima?! É saber que, quanto mais você apoia e está do lado das pessoas, mais elas te apunhalam pelas costas.”
 “Como disse ontem, estou no meu limite: Eu prezo MUITO pela LIBERDADE, e o 'meu eu' não vai aguentar que pessoas me digam o que fazer.”
“Liberdade total. Se começarem a me recriminar e repreender, serei obrigado a tomar algumas atitudes.”
“E só pra deixar bem claro: Me refiro ao nosso 'meio motociclístico'.”
“Eu gosto PRA CARALHO de TODOS que me rodeiam (Todos, MESMO), mas, se não é recíproco, nada posso fazer.”
“E espero, de coração, que venham falar comigo e não envolvam mais meu nome em boatos de merda. Forte abraço pra vocês!”
“Ouro de Tolo. Encontramos todos os dias.”

Desabafo? Sim, e todos verdadeiros. Quem me rodeia e convive comigo sabe que, algo que não tolero, é: INJUSTIÇA. Agora, quando ‘ela’ vem de mãos dadas com o JULGAMENTO, eu sinto borbulhar o demônio que existe em mim.

Podem pensar o que quiser desse filho da puta que vos fala, não tem problema, eu não ligo. Porém, guarde pra você, NÃO DIGA O QUE ACHA PARA OUTRAS PESSOAS, fale na minha cara o que pensa sobre mim.

E sabe o que é pior de tudo isso? É que eu não fiz nada. Eu tenho a mesma opinião, e mesmo assim, sou pregado por algo que não fiz, não penso, e também repudio.

Não vou engolir mais nada, eu respeito todos, e QUERO RESPEITO. Apenas isso.

Forte abraço, de um MOTOCICLISTA, como todos vocês,
Pavani – Nômade M.C.

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